Há um ano, na Peregrinação Internacional Aniversária de julho, foi feita a leitura pública do decreto com as virtudes heróicas de Irmã Lúcia.
A religiosa é uma figura incontornável da história do século 20. Desde muito jovem, foi compreendendo a sua missão específica na Igreja. Tarefa que levou até ao fim da vida.
As celebrações deste mês recordaram a terceira aparição aos pastorinhos na Cova da Iria e foram presididas pelo bispo da Diocese da Guarda, Dom Manuel Felício.
Em suas memórias, a vidente Lúcia registrou as palavras da Virgem Maria, de julho de 1917, sobre a guerra. “Para impedi-la virei pedir a consagração da Rússia a meu Imaculado Coração e a comunhão reparadora nos primeiros sábados”.
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