Marta Nogueira
05 Fevereiro 2021
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Os rostos de Francisco, Jacinta e Lúcia são “uma luz de esperança, uma força” que “nos ensina a olhar com ternura para a nossa história”

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Irmã Ângela Coelho é a convidada do segundo vídeo da série de vídeos que apresenta a exposição “Os Rostos de Fátima”, que o Santuário oferece aos peregrinos, num diálogo com os sinais dos tempos.

Está disponível o segundo vídeo da série que o Santuário de Fátima está a realizar mensalmente para apresentar a exposição temporária “Os rostos de Fátima- fisionomias de uma paisagem espiritual”, a partir da reflexão de convidados sobre cada um dos núcleos da nova mostra.

Neste segundo vídeo, a Vice-postuladora da Causa de Canonização da Irmã Lúcia de Jesus e ex-postuladora da Causa de Canonização dos santos Francisco e Jacinta Marto, apresenta os três videntes, que abrem a primeira parte da nova mostra do Santuário de Fátima, como “uma luz de esperança, uma força e a certeza” de que o bem triunfará na História da Humanidade e na vida de cada um de nós.

“Consigo vê-los com a luz no seu olhar, a olhar para a história, que lhes era dada a viver e para as pessoas, com o mesmo olhar com que Jesus olhava as multidões enchendo-se de compaixão porque eram como ovelhas sem pastor” refere Ângela de Fátima Coelho, religiosa da Aliança de Santa Maria.

No mês em que se celebram os santos Pastorinhos de Fátima, no próximo dia 20, dia do falecimento de Santa Jacinta Marto, em 1917, e também fazemos memória do falecimento da Irmã Lúcia de Jesus a 13 de fevereiro, a Irmã Ângela Coelho fala da experiência de Luz que os três videntes fizeram.

“O Francisco e a Jacinta são estimulados a porem-se ao serviço desta luz (a luz de Deus que irradiava de Nossa Senhora) que eles punham no seu olhar mas que querem transmitir. Uma luz de esperança, uma luz de confiança e oferecem-se em oração, oferecendo a sua vida como um dom” afirma a Irmã Ângela Coelho.

“E a Lúcia, esta vidente que fica connosco até aos 97 anos e cujo nome contém esta luz, torna-se testemunha de uma esperança, testemunha de uma promessa”: a de que o Coração Imaculado de Maria seria sempre o seu refúgio e o caminho que a conduziria a Deus.

“Lúcia torna-se esta testemunha de uma esperança para si, mas sobretudo, para a Humanidade”, esclarece.

“Hoje, mais do que nunca, no contexto que vivemos, temos esta certeza. Ao ouvir da boca de Nossa Senhora – ` Eu nunca te deixarei. O Meu Imaculado Coração será o teu refúgio e o caminho que te conduzirá até Deus”´- , isso irá confortá-la para sempre e no Carmelo, onde está até ao fim da vida; esta certeza acompanha-a sempre e ela torna-se sua testemunha, lançando o desafio a cada um de nós, na fidelidade à vocação que Deus nos vai dando, para sermos transportadores de uma palavra de paz… sim, a paz que irradia da mensagem de Fátima, a paz que irradia desta Cova da Iria: sermos portadores de uma palavra de esperança por mais densas que sejam as trevas e dificuldades que envolvem o nosso tempo”, afirma a Irmã Ângela Coelho.

A ex-postuladora da Causa de Canonização dos santos Francisco e Jacinta Marto lembra que ao serem visitados por Nossa Senhora, em 1917, os três videntes fizeram “a experiência de Deus naquela luz que a Virgem Maria transportava, que a Senhora do Rosário lhes mostrou”.

“Esta experiência de Deus como luz leva os pastorinhos a terem um olhar renovado, um olhar interior porque se veem a si mesmos em Deus. Este é o primeiro desafio que o olhar tocado pela luz de Deus do Francisco e da Jacinta nos lança: olharmos para nós mesmos e para a nossa história, para as nossas fragilidades e vulnerabilidades com o olhar de Deus”, destaca.

“Somos a partir deles convidados a olhar com ternura para a nossa história, pois é a única forma com que Deus nos olha. Mas também somos convidados a ganhar um olhar renovado para o exterior. A forma como o Francisco e a Jacinta vão olhar para as circunstâncias históricas que lhes são dadas a viver, para as pessoas com quem contactam, para tudo o que viram pelas mãos de Nossa Senhora, sobretudo no Segredo- o inferno, a história da salvação, a perseguição à Igreja- Francisco e Jacinta vão olhar, ouso dizer, com o mesmo olhar de Deus: um olhar de misericórdia, um olhar de compaixão”, conclui sobre os três protagonistas que abrem esta exposição temporária.

A exposição “Os rostos de Fátima- fisionomias de uma paisagem espiritual” apresenta a história de Fátima a partir dos nomes que a fizeram, numa narrativa que reflete sobre a o tema da vida e da morte, como momentos luminosos da peregrinação do Homem.

A mostra estará patente até 15 de outubro de 2022, no Convivium de Santo Agostinho, piso inferior da Basílica da Santíssima Trindade, e poderá ser visitada gratuitamente, todos os dias, das 9h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00. Neste momento, devido à pandemia e às medidas em vigor no Estado de Emergência, este espaço encontra-se encerrado.

Fonte: Santuário de Fátima

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Marta Nogueira

Membro da Comunidade Canção Nova. Licenciada em Comunicação Institucional e atua nas Medias Digitais da Canção Nova. instagram: martanogueira.cn

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