“Um namoro sério começa quando se experimenta e reconhece que o amor é feito de obras e de diálogo”.
Este é um trecho da mensagem que a Comissão Episcopal do Laicado e Família divulgou por ocasião do Dia dos Namorados.
A mensagem apresenta o namoro como um “tempo privilegiado” de conhecimento recíproco, sem “queimar etapas”, e alerta para que não se caia na “tentação de adiar escolhas definitivas”.
O organismo da Igreja acredita que os jovens namorados encontram hoje alguns desafios. Alguns exemplos: uma cultura enraizada no provisório e imediato; a pandemia que trouxe o isolamento e fragilizou relações; a guerra na Europa. Além disso, o custo de vida a aumentar e trabalhos precários ou desemprego.
Finalmente, a comissão deixa ainda algumas orientações para o mútuo conhecimento: estar face a face e falar de si com verdade e sem medos; e treinar a escuta e acolhimento um do outro.
Paralelamente, o texto destaca a importância desse tempo de namoro em que “duas histórias de vida diferentes vão dando origem a uma narrativa comum”.
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