A votação da lei da eutanásia marcada na Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, foi adiada, nesta semana, pela terceira vez consecutiva, sem nova data prevista. Contudo, os esforços de defesa da vida são permanentes.
A Federação Portuguesa pela Vida afirma que há a insistência de impor uma ideologia de eliminar pessoas. A presidente da direção, Isilda Pegado, recorda que toda uma comunidade científica, ética, moral e social se pronunciou contra a introdução em Portugal de uma lei da eutanásia, porém há uma obsessão política e ideológica para aprovar este diploma. Isilda explica que o país enfrenta desafios que não serão resolvidos pela aprovação dessa lei, como por exemplo, precariedades no Sistema Nacional de Saúde; serviços hospitalares a fechar, insuficiência de médicos de família e de unidades de cuidados paliativos; cuidados continuados sobrelotados, com chefes de serviço hospitalares a pedir demissão por falta de meios; e médicos e enfermeiros sobrecarregados pelo excesso de trabalho.
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