As palavras de Cristo, em Mateus 5, 27-28, sobre a concupiscência são “um convite a uma pureza no olhar sobre os outros, capaz de respeitar o significado esponsal do corpo” (Veritatis Splendor, 15). A pureza que Cristo deseja não é uma lei austera. Antes, pelo contrário, Cristo apela ao nosso coração. Apela à nossa conversão. A pureza que Cristo deseja brota de um coração redimido que sabe que é amado, e que por isso é capaz de ver o mistério de Deus revelado no corpo humano e no apelo à comunhão entre homem e mulher.
Neste webinar, com Maria José Vilaça, procuramos compreender que a Redenção não remove num ato mágico as consequências do pecado e da concupiscência. Continuamos a sofrer, a ficar doentes, a envelhecer, a lutar com a fraqueza e a inclinação para o pecado. No entanto, a realidade do pecado não deve manter o nosso coração em contínua suspeição.
Questões para reflexão:
Como a concupiscência afasta o homem e a mulher da comunhão?
Qual é o mistério de Deus do qual o nosso corpo é sinal?
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